sábado, 27 de setembro de 2008

Diz que era ainda bebé...


video

A cena passa-se na praia de Santa Cruz.
Estou nos braços da minha prima Susana.
Ainda não andava. Mas dançava.
A música é Ska-P.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Sem piedade até ao fim

Em 1868, o general Narváez, doente em fase terminal, confessou algo que deixou os presentes no seu leito de morte estupefactos. Depois de receber a extrema unção, o espanhol disse: "A única coisa que não posso fazer é perdoar os meus inimigos. Não tenho nenhuns, fuzilei-os a todos."

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Uma História mais pessoal...

Freixo de Espada à Cinta tem muitos monumentos dignos de referência, mas irá o autor por ora mostrar aos estimados leitores as cinco capelas que podem ser visitadas na vila transmontana. É difícil destacar alguma, mas N.ª Sr.ª dos Montes Ermos, (anteriormente chamada de S. Brás) por ser a capela da padroeira da vila, tem obviamente uma menção especial. É a única que está localizada fora da povoação e é alvo da romaria dos freixenistas em ocasiões especiais.
Num dos extremos da vila, junto à saída para Mazouco e para Carviçais situa-se a capelas de N.ª Sr.ª dos Remédios (ao pé de minha casa, já agora). Na saída para a praia fluvial da Congida, a capela de S. Sebastião, um homem que, mesmo crivado de setas, não morreu. Foi tratado e mais tarde o seu martírio acabou, quando foi decapitado pelos soldados romanos.
Falta a capela de S. José, na entrada da bonita Rua das Eiras e a capela de St.º António, o frade português que fez nome em Pádua, mas que é por nós conhecido como St.º António de Lisboa, por ser padroeiro da capital do País.
























Em cima: N.ª S.ª dos Montes Ermos, N.ª S.ª dos Remédios, S. Sebastião.
Em baixo: S. José e St.º António. Clique nas imagens para aumentar a fotografia.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Questões do dia-a-dia XIII

- Por que razão os meus gatos decidem fazer a maior cagada do dia minutos antes de eu limpar o areão?

- Por que raio passar debaixo de um escadote dá azar?

- Numa entrevista à TVGuia, a Teresa Guilherme diz nunca ter traído um namorado, mas assume ter usado sempre preservativo em relações extra-conjugais. Sou só eu que vejo aqui uma contradição?

sábado, 13 de setembro de 2008

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Mosca na parede

Por que esperas? Onde vais?
Não te esmeras? Já não sais?
És a mosca na parede, na parede do meu quarto.
Zelas na noite mais escura um sonho de sombras farto.
És a mosca na parede, ponto negro em alvo manto,
pesadelo em quarto escuro, triste razão do meu pranto.

Não te mexes? Já não voas?
Essas asas não são tuas?
És a mosca na minha alma, no canto do meu sentir.
Sinto de olhos fechados a tua vontade de zumbir.
És a mosca sem ser mosca, vives quando os olhos fecho,
morres quando eu ganho asas e faço meu o teu ensejo.

domingo, 7 de setembro de 2008

Maquiavel é que sabe

Sabe-se que Napoleão lia abundantemente O Príncipe, de Nicolau Maquiavel. Na passagem em que o escritor italiano afirma que as atitudes sábias devem provir do príncipe e não dos seus conselheiros, o imperador gaulês anotou "Pois obviamente. Por esse motivo os conselheiros procuram impedir que o Príncipe leia Maquiavel".

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Questões do dia-a-dia XII

- Porque pastam as vacas viradas para norte ou para sul, mas nunca viradas para este ou oeste?

- Há alguma terra em Portugal onde o Malato não tenha «sido feliz»?

- Porque ninguém explica aos comentadores de futebol (e a alguns jogadores) que um derby é um jogo entre duas equipas da mesma cidade? É que já cansa de ouvir a estupidez do derby Benfica-Porto...

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Um jardineiro especial

Em meados dos anos 60, Alexei Kosyguin, líder do governo da União Soviética, viajou até Pequim. Durante uma visita ao jardim botânico da capital chinesa, viu que algumas pessoas cumprimentavam com reverência um velho jardineiro que trabalhava ali perto. "É devido à sua antiga condição", responderam-lhe, quando indagou qual a razão de tal comportamento. O governante ficou atónito quando percebeu que diante dele tinha Pu Yi, o último imperador da China, que acabou os seus dias como jardineiro, depois de ter estado preso entre 1945 e 1959, acusado de traição à pátria. O último imperador da China morreu em 17 de Outubro de 1967.